Setembro Amarelo: o que NÃO fazer!

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Setembro amarelo é uma campanha que tem por objetivo a prevenção do suicídio e, por isto, neste mês se fala ainda mais sobre saúde mental e questões emocionais.
No entanto, é preciso entender que não basta falarmos qualquer coisa sobre este tema, ou entrarmos na onda somente por ser setembro, repetindo frases que parecem ajudar e que, no fundo, podem até atrapalhar ou mesmo ser gatilho para uma pessoa que realmente precisa de ajuda.
Saúde mental é coisa séria. E falar sobre isto já é um grande avanço, já que antes sequer discutíamos o assunto. Porém, se multiplicam perfis sobre o tema e muitas mídias praticam a pseudoajuda publicando constantemente frases motivacionais que em tese deveriam ajudar. E não adianta falarmos tanto sobre isto um mês e depois esquecermos o assunto.
Falar sobre prevenção de suicídio é muito mais. É um processo, uma construção e uma ação conjunta; é falar sobre algo que se tenha conhecimento e, ao mesmo tempo, responsabilidade; na ausência de algum destes fatores é melhor não falar nada.
Então, a fim de entendermos a importância do que não seria correto fazer, vamos listar aqui falas e comportamentos que você deve evitar quando quiser ajudar alguém em sofrimento emocional.
1) Não tente ajudar se você não se sentir bem com você mesmo ou não se sentir preparado. Neste caso, a melhor opção sempre é orientar a pessoa a buscar ajuda profissional ou pedir que alguém capacitado ou que se sinta preparado converse com a pessoa;
2) Jamais menospreze a situação de sofrimento do outro nem compare com a sua situação ou de outra pessoa (“isto não é nada, tem coisas piores, etc.);
3) Não use crenças religiosas para convencer o outro de qualquer coisa (“isto é falta de Deus”, “você precisa ir à igreja/templo/culto”);
4) Não prometa nada que você saiba que não é possível cumprir, por exemplo, resolver o sofrimento ou problema do qual a pessoa se queixa;
Agora, estas são atitudes simples que você pode ter e que podem ajudar caso você se sinta preparado para falar com alguém que esteja em sofrimento psíquico:
5) Pratique a escuta. Muitas vezes, ser ouvido é um alívio para o momento. Importante: escute sem julgar!
6) Acolha e valide o sentimento: se sentir acolhido e compreendido no sofrimento emocional, independente do motivo, pode aliviar a angústia inicial e ser um fator de convencimento para a busca de ajuda;
7) Se informe sobre os serviços de saúde do seu município e incentive a pessoa a buscar ajuda ou até mesmo se proponha a ir com ela nesta busca – muitas vezes, a pessoa em sofrimento emocional não consegue fazer isto sozinho.

E não deixe de buscar, na sua vida diária, situações e comportamentos que ajudem na construção da sua qualidade de vida. Isto é prevenção!

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