Ócios & Negócios

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IMPÉRIO PATRONAL
Se estivesse vivo e fosse brasileiro, Karl Marx clamaria: “Patrões do Brasil, Uni-vos”. Não já contradição na proclamação capitalista de um comunista, porque no Brasil o proletariado não tem identidade própria, aceita o monitoramento do capitalismo. O capital domina o trabalho porque o primeiro é herança da escravidão e o segundo do senhorio. A união do patrão como empregado é uma utopia, porque quem paga se sente superior a quem recebe. O patronato deveria receber um certificado de idiotia política, por não entender que o pagamento de um salário maior, fará de quem recebe um consumidor mais forte.

O proletário nacional é a maior massa consumidora nacional. Se um empregado recebe mais ele consome mais do produto que ele mesmo produz e no processo o empregador vende mais, com maior lucro. Tem-se aí um círculo harmonioso entre capital e trabalho, pilares da economia de um país.

A conclamação do teórico do consumismo tem sentido porque a unificação do trabalho e do capital tem que ser feita do segundo para o primeiro. As forças produtivas de um país moderno são a indústria, o comércio, a agricultura e os serviços.

O capitalismo está matando a galinha dos ovos de ouro permitindo o ACHATAMENTO salarial lenta e gradualmente, minando o poder de consumo do proletariado. Quando no Brasil, em 1990, em um dia apenas a inflação foi de 84,6%, os salários foram corrigidos na mesma porcentagem, tornando a defasagem zero. Atualmente, uma inflação de 1% ao dia corrói o salário igualmente. Cada hora trabalhada compra cada vez menos o mesmo produto diariamente. A maior economista do país, a dona de casa, sente isso sempre que passa pelo caixa do supermercado.

A mentalidade empresarial do país, leia-se empregadores, está no período escravagista do Brasil, quando o salário escravo era zero e a compensação pela obediência e produtividade do servo era uma refeição extra (cesta básica) e vales-contudo para o serviçal se locomover entre as senzalas vizinhas (vale-transporte, vale-lazer, vale-refeição, vale-viagem e vale-vale). Como os “benefícios” não pagam conta, o empregado faz “bico” – outra herança escrava, os negros recebiam alguma mercadoria do senhor para vender em pontos urbanos (escravos de ganho) ficando com uma parte do lucro. Os escravos agrícolas recebiam uma terrinha para plantar, por conta, uma salsinha e cebolinha para condimentar o cocho das refeições coletivas.

Escrever mais sobre a relação patrão/empregado no Brasil é receber uma “comenda” de demagogo. Fechando o raciocínio: A Abolição da Escravidão moderna está na recuperação salarial.

CAIXA PÚBLICO
No sistema autoatendimento bancário os depósitos eram feitos em envelopes, as cédulas eram colocadas e lacradas, ninguém sabia o valor. Agora mudou, depois de identificado, o depósito é concluído com a inserção das cédulas expostas no local indicado. Quem está na fila, pelo volume das notas, pode calcular o valor da operação. Ninguém poderá furtas as cédulas depositadas, porém, saber qual é o nível financeiro do depositante. Um olheiro de ladrões avaliará o “poder” da potencial vítima de um sequestro futuro.

ROSCA SEM FIM
Perguntei para meio mundo da área e ninguém respondeu, mesmo apertados. Refiro-me aos metalúrgicos, mecânicos e ferramenteiros, sobre porque os parafusos apertam no sentido horário – sempre. E soltam-se no sentido anti-horário. As chaves de fenda e outras sabem que o processo é sempre o mesmo. Resposta técnica urgente!

MAJESTADE
Em julho de 1969 uma rede de TV mundial transmitiu a chegada do homem à lua. Foi a maior audiência da história. ERRADO. Na mesma data, a Elizateth, rainha do Reino Unido, comemorou mais um ano de reinado. O evento foi transmitido pela TV no mundo todo. A audiência superou em 15% o pouso lunático. Poderosa a Dona Beth!

BOLA MURCHA
Em 1950 aconteceu o Maracanaço, que ficou famoso no mundo. O Brasil, representado pela Seleção Brasileira de Futebol, perdeu a Copa para o Uruguai por 2 a 1. Foi a maior frustração popular até hoje não superada no país. Depois da derrota, como sempre, foram procurados os culpados. Como justificativa culparam três jogadores, Barbosa, Juvenal e Bigode. Coincidentemente os três eram os únicos negros do time.

EDIL
O inesquecível Dr. José Ignácio Grellet dizia que gostava de política e detestava políticos. Ele contava que um dia chegou no consultório um paciente, que antes de ser perguntado o que tinha, ele foi dizendo: eu sou vereador!
O Dr. Grellet, médico e sarcástico perguntou-lhe: E que outra doença você tem?

CHEFÃO
CEO – Chief Executive Office.

FRONTEIRA
Um trecho da linha que separa a Slovênia da Croácia passa por dentro de um bar. Metade do estabelecimento fica em um país e a outra metade no outro. O cliente sentado na Croácia pede uma cerveja e o garçom vai buscá-la na Slovênia.

Registrando

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