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LAR DOCE LAR
A família não aconteceu a certa altura da humanidade em razão sentimental, ela surgiu por necessidade e sobrevivência. Uma mulher grávida era presa fácil para os predadores e inimigos da mesma espécie, logo, a fêmea saia à procura de um macho para dividir um abrigo em alguma caverna ou no topo de uma árvore. Era raro o pai da criança engravidar a fêmea e permanecer com ela. A relação sexual era ocasional, consentida ou não, o estupro reconhecido como tal, mesmo contra a vontade da fêmea o coito acontecia. A submissão feminina era uma arma dela para não ser morta, o sexo era um defesa natural, a recusa da relação mesmo que bem sucedida, era o caminho para outros machos se aproveitarem da rebeldia feminina, enfim a mulher era a vítima em potencial, dai a necessidade da proteção masculina para ela e para o filho. Era o núcleo familiar embrionário – pai, mãe e filhos.

Desde os tempos imemoriais que surgiu o axioma: a paternidade é uma dúvida e a maternidade é uma certeza. O chefe da família não era necessariamente o pai da prole, muitas vezes a molecada tinha pais diferentes e uma única mãe. A evolução não eliminou o fato na natureza – há ainda hoje exemplos da família original.

Foi assim que surgiram o machismo, o feminicídio, a escravidão feminina e a jornada tripla da mulher na família – mãe, dona de casa e esposa, funções nem sempre reconhecidas pelos “chefes” do lar. Caso a mãe falhe é posta para fora de casa e a madrasta assume, como dona de casa reconhecida e esposa mais ativa. A família das cavernas é a mesma das residências de alvenaria e das mansões.

A evolução lenta da humanidade retardou e agravou o machismo, a igualdade de gêneros tornou-se uma utopia, sem qualquer conotação cultural. O machismo é universal, cada cultura o torna mais ou menos intenso. A mulher é falsamente chamada de sexo frágil, quando na realidade é mais que forte – é fortaleza. Sem a mulher a humanidade desaparecerá – uma greve delas, machista, diga-se, acabará com o mundo, sem armas, bastará elas fecharem as pernas. Essa greve pode ser real sempre!

MUSICAL
Nos anos 1960/70, em Monte Alto uma família simples de cinco pessoas formava uma banda. Era a ‘Justino e Sua Família’. Eles se apresentavam em festinhas de aniversário, comemorações de todos os tipos, sempre tocando por algum pagamento simples. Todos os anos, o Sr. Justino, dois filhos e duas filhas, se apresentavam gratuitamente, no célebre churrasco da Santa Casa, dia 1º de maio, Dia do Trabalho, o evento ocorria na sombra das mangueiras do quintal do hospital. O público prestigiava porque o churrasco era de fato do Asilo São Vicente de Paulo. Além da festa todos queriam ver a bandinha do Justino e seu vocalista, o garoto de 12 anos.
A família Justino mudou-se de Monte Alto e por conta de “fake News” o povo dizia que um cantor revelação nacional, Benito de Paula, era o garoto Justino.
Com o passar do tempo tudo veio à tona – Benito de Paulo nunca foi ele. O pessoal do Justino nunca mais voltou à cidade, pelo menos não publicamente.

FORASTEIRO
No velho oeste americano, os moradores das cidades e das regiões, se uniam na defesa e na segurança física e dos bens. Os malfeitores eram figuras conhecidas por todos e monitorados pelas autoridades policiais, em especial pelo xerife que pela lei tinha todo o poder sobre o povo, podia prender, matar e expulsar os indivíduos suspeitos da cidade.
Os moradores temiam mesmo os que apareciam na cidade, chamados de forasteiros, ou seja, os de fora. Como não sabiam quem era quem, assim que os forasteiros entravam na cidade, eram barrados e revistados, as armas eram confiscadas e em muitos casos o visitante nem chegava a descer do cavalo, tinham que dar meia volta e sumir na poeira. O velho oeste era uma terra de aventureiros, de índios rebeldes e de colonos pioneiros que chegavam para enfrentar o que mal sabiam o que poderia acontecer. Em uma comparação livre, os EUA atuais são mais violentos do que no oeste bravio.

LEGADO
O namoradinho de Leonardo da Vinci, Salay, herdou tudo do mestre, que não tinha família, quando morreu. Não foi preciso fazer inventário do que havia no atelier porque ninguém contestou a partilha do garoto, que fez doação de algum material e obras de Leonardo. Ele ficou com a nata das obras do mestre. Entre elas a Mona Lisa (Gioconda) acabada, que Salay vendeu logo para um comprador anônimo. Em pouco tempo o jovem mancebo de origem árabe, que havia sido adotado desde criança, com cinco anos, acabou com tudo e morreu na miséria mendigando.

MEIO SÉCULO
Há 50 anos, seria enforcado, quem profetizasse que nos anos 2000 ou próximo dele, aconteceria a lista abaixo:
1) O Vaticano teria dois Papas.
2) No Brasil um prato chique seria de peixe cru.
3) Carro elétrico sem motorista.
4) Implante dentário.
5) Ultrassom na gravidez.
6) Pandemia da Covid-19.
7) Farinha de Insetos.
8) Estação espacial.
9) Computador – Celular – Internet.
10) Um ano sem carnaval.

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