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ROTA MACHISTA
A humanidade é pródiga em transferir responsabilidade de acontecimentos em que é culpada historicamente; como exemplo, temos o machismo, atribuído às culturas dos povos. O machismo é um crime, porém, aceito desde que os hominídeos surgiram na Terra. O macho sempre foi cultuado e a mulher esquecida. As religiões muito contribuíram para consolidar esta realidade. A lenda bíblica registra que o criador do universo criou o Macho humano de uma mistura de argila e água. Em seguida, retirou dele uma costela e a Fêmea foi criada. O Adão era original e Eva um subproduto.
O primeiro casal da Terra teve três filhos machos: Caim, Abel e Set. Sem mulher a humanidade nasceu e evoluiu, os machos se resolveram e decretaram autonomia. Tudo, é claro, é especulação. Na vez de Cristo, sua Mãe, Maria, foi dispensada do processo universal da concepção, seria uma fêmea sem função ou incompetente para ser mãe em todas as etapas. Maschismo, sempre machismo!
No budismo, uma religião ateia, o Sidarta era homem, jamais teve sequer uma companheira para levar sua palavra aos povos da Terra, em busca do Nirvana. Cristo não cultuou o machismo, embora tivesse um time de doze machos, tinha a amiga Maria Madalena como companheira (Com panes, dividir o pão). Como era sua predileta, os meninos criticavam Cristo, eles queriam a atenção maior do mestre.
Outra grande religião, o Islamismo, concentrou sua ideologia em um macho, Maomé. O profeta teve uma filha, Fátima, cuja mãe não aparece no Alcorão (Corão para os intelectuais). Assim que Fátima casou, seu pai nomeou o genro para muitas atividades no islamismo, tornando-se um Emir (grande comandante). Fátima não teve função ou cargo na história maometana. Machismo no Islã tem um exemplo clássico: cada militante da religião que morrer lutando irá ao céu para ficar com 72 virgens para a eternidade.
Voltando no tempo chegamos aos judeus, fieis da mais antiga religião da Terra, a Judaica e suas ramificações. O judaísmo teve líderes e profetas machos, nenhuma mulher. No Velho Testamento as esposas dos profetas sempre são citadas em segundo plano e não há registros de atos e funções delas na religião. São seres humanos de segunda linha, raramente alguma fêmea judia aparece separada do esposo, até seus nomes são citados como por exemplo, Rachel esposa de Jacó.
No Brasil a citação não havia e não há, agora opcional, fica meio camuflada, com a adoção do sobrenome do marido. Ele não pode ter o sobrenome da esposa, mesmo que queira, a lei não prevê. O mercado continua ativo!

PALAVRAS
A contração mega+sena na gramática é grafada assim: megassena. Na lotérica ela é grafada como marca: mega sena. Em qualquer uso textual é sempre megassena. Referindo-se ao jogo especificamente da Caixa é Mega sena. Mesmo sendo jogo, não sendo desse banco, o correto é a gramática oficial.
Em espanhol milho é Maise. O amido do grão é a maisena. Apenas em uma marca do produto é que se escreve: Maizena. O z identifica marca registrada exclusiva.

CORTESIA
Os cumprimentos tradicionais usados pelas pessoas têm caráter social e educacional não levados ao pé-da-letra. Ninguém deseja de fato um bom dia a quem é dirigido o cumprimento clássico bom-dia. (observem o hífen que distingue as intenções). Por extensão prevalece o mesmo raciocínio com as demais formas como boa-tarde, boa-noite, bom-ano. No caso de datas específicas, com ou sem boa intenção, não há o hífen. Boa festa, Bom Natal, Feliz Ano Novo, Feliz Aniversário. Todos os cumprimentos são concisos, é um erro dizer, por exemplo: sincero feliz aniversário, bom natal mesmo e boa festa de verdade. Vejam a diferença: feliz aniversário mesmo com apenas feliz aniversário, sem o MESMO seria um desejo falso, Ninguém diz: bom-dia mesmo ou sincera boa-tarde. Sempre convém aplicar a objetividade.

QUARENTENA
A rigor a palavra quarentena diz respeito a um período de 40 dias. No início da ciência médica, os profissionais aplicavam o princípio para eliminar as manifestações de muitas doenças. Se a pessoa permanecesse isolada não contaminaria outras e também não seria contaminada novamente com o mesmo mal ou outro.
Foi um método científico; porém, dotado de muita superstição e ritual religioso, muitas crenças atribuíam à quarentena poder da interferência divina. Os 40 dias eram períodos de mudanças nas plantas e até em determinados insetos que tinham a metamorfose no período. Atualmente a quarentena é um período de qualquer tempo de isolamento. Até de cinco dias, como a “quarentena” da Covid-19 de cepa nova.

BALCÃO
Não sei se ainda é usado, era praxe para quem comprasse um bar, fechar o negócio e assumir a direção pelo tempo de 41 dias (não perguntem por quê?). Se tudo fosse como o vendedor disse o negócio seria validado, caso não acontecesse e surgisse nesse tempo alguma irregularidade fora do combinado o comprador tinha o direito de dissolver o negócio, e caso tivesse pago, poderia exigir a devolução do valor.
Nos 41 dias permaneciam juntos na administração do bar o antigo e o novo dono. Claro, um ensinando as manhas para o outro, como a quantidade de água na cachaça!

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