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NOVO REVEILLON
No início e durante o tempo da Pandemia, no Brasil, no mundo talvez, muito se falava do Novo Normal, que seria a mudança radical dos usos e costumes do povo nas comemorações de datas especiais, como Virada de Ano, Natal, Carnaval, Ação de Graças, Independência e aniversários em geral: enfim, as simbologias milenares inseridas na cultura da nação.
O normal antigo seria esquecido para que novas pandemias não aparecessem, como a COVID 19, que vitimou milhares de morte no mundo e deixou outro tanto com sequelas quando não irreversíveis, no mínimo eternizadas na memória, provocando distúrbios e danos mentais na atual e futuras gerações. A especulação se fez presente na imaginação das pessoas, individualmente ou coletiva, como a abstinência do álcool e de medicamentos, a prática sexual convencional, o núcleo familiar, o espaço de cada um, os sistemas urbanos de convivência e tudo o que impedisse a visita dos vírus, nossos predadores mortais.
Como a pandemia não chegou ao fim e talvez nunca chegue, o Novo normal não teve tempo e espaço para ser praticado. Enquanto esperam os brasileiros seguem a vida no normal, ou seja, no velho normal, com alcóolatras, dependentes químicos, viciados de toda ordem, carnaval em vigor e festas regadas a bebidas. A alimentação humana segue a mesma, além de comer mal, o brasileiro come o pior, é carnívoro e prefere abater animais recém-nascidos para consumir. Os grãos são modificados quimicamente e ingeridos provocam câncer e outras doenças fatais, que abatem o organismo indefesos, porque os anticorpos sofreram mutações, perdendo o poder de defesa, o que proporciona a entrada de vírus nas células. Como não são todos os humanos informados dos males que cometem e que são acometidos, o Velho Normal é o eterno normal, o Novo seria o mesmo, ou seja, um suicídio com conhecimento de causa, por ora o suicídio é cometido por ignorância. O fim da humanidade será imperceptível, muitos sairão de cena nesse teatro que se convencionou chamar de Vida, quando somos a plateia que aplaude os atores, que lançam mão do plágio, dos tempos de Roma, cujos soldados partiam para as batalhas homenageando o Imperador: “salve César, os que vão morrer te saúdam”.

TIRANIA
Na ditadura do Brasil outros países sul-americanos também tiveram o mesmo destino e praticaram as mesmas ações, são as do Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, além de golpes de Estado por quase todo o Caribe.
Como praticamente ninguém no Brasil conhece o surgimento e o desfecho da “nossa ditadura”, a gente indica uma vizinha, muito mais cruel, a do Uruguai, com o filme “A Noite de 12 Anos”. Dizem que a nossa foi uma “ditamole”. Divirtam-se!

GÊNIOS
Peçam para seus filhos de 5 a 15 anos para soletrarem cinco palavras portuguesas, avisem-os que o idioma oficial do Brasil é o português, depois do inglês, é claro!
São elas: exceção, assassinato, pararalelepípedo, pneumonia e companhia.

MELODIA
Sempre acreditei que o músico compunha a melodia e o letrista escrevia a letra. Depois de me informar, a ordem não é essa, isto é, nem sempre, porque antes de gravar, o letrista escreve a letra e o músico insere a melodia, com a aprovação das partes, a música é completada. A minha tese também é válida, muitos fazem o contrário, depende do talento de cada um. Eu, “compositor”, quando vejo uma partitura reconheço uma folha em branco com linhas cheias de vírgulas.

HISTÓRIA
Depois de levar à morte mais de 20 milhões de jovens da URSS, de 15 raças diferentes na Segunda Guerra, Stalin massacrou outro tanto de dissedentes e inimigos do regime comunista na própria Rússia e nas repúblicas do bloco. Stalin tinha inimigos ferozes no sistema, teria o dobro se não mandasse matar e exilar a metade.
Stalin tinha como o mais fiel sem temer uma traição, o seu braço direito, Béria. Cabia a Béria denunciar ao chefe quem ousasse “pensar” qualquer coisa contra Stalim, cabia a Béria, o direito de matar seus próprios inimigos, porque representavam perigo para Stalin, caso atentassem contra Béria, bala perdida, comida envenenada e assim por diante.
O que pouca gente sabia era que Béria era o traidor mór de Stalim e tinha pavor do chefe ficar sabendo; enfim, era um tremendo puxa-saco em público e um lobo de estepe em sigilo no palácio de governo. Quando Stalin morreu, Béria dançava e cantava em volta do caixão; porém, em algum instante o morto abriu os olhos, como se estivesse vendo o que Béria fazia. Instantaneamente Béria empalideceu e chorando em volta do caixão, cantava ladainhas de louvor ao chefe, tremendo de medo.

ESTIAGEM
No ano que termina a seca castigou a região de Monte Alto, como outras no Estado. Uma estiagem aconteceu nos anos 1960. Na roça praticamente ninguém colheu arroz e feijão, alimento básico do brasileiro. Na urbanidade o que era possível fazer a população fazia, uma ação religiosa era realizada. Era uma novena conduzindo uma imagem de uma santa, da casa do penitente até o riacho um pouco abaixo da indústria Borracha Cestari. As novenas se sucediam, cada vez com uma imagem diferente de outra casa. Depois de várias novenas chovia. Assim atribuía-se às novenas a chegada das chuvas. Como fé é fé – como contestar?

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