Corrupção discente

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Há tempos, ouvimos que no Brasil a corrupção por estas terras é algo cultural. O jeitinho brasileiro sempre fez jus a um ato corrupto. Não há nada mais corrompido do que este comportamento que enaltece o indivíduo tupiniquim. O jeitinho brasileiro não é malandragem, é corrupção. Trata-se de um comportamento negativo que se tornou positivo no perfil deste povo sofrido. Que os nossos jovens estão politizados é uma grande verdade a ser reconhecida. Isso para uma sociedade evolutiva é um dos primórdios da ascensão civil. Nunca se falou tanto em política como nestes tempos. Entretanto, mal sabem que através dos seus enormes textos “ facebuquianos” há uma pequena taxa de contrariedade que passa desapercebida. Neste ano pandêmico, a corrupção discente ficou escancarada. Lembra daquela frase tão falada ao longo das gerações “Quem não cola não sai da escola”? Pois é! É mais um ato corrupto.
Nunca se colou tanto como fizeram nesta pandemia. Tudo bem que tivemos um ano atípico na qual foram tiradas muitas coisas, principalmente, este contato físico entre colegas de classe e professores. Mas os esforços em ouvir o professor e participar das aulas remotas não foram agradáveis. Em muitas das atividades passadas, percebemos, os professores, uma grande quantidade de alunos que consultaram a internet para facilitar o trabalho solicitado. Redações, resumos e atividades copiadas escancaradamente da internet.
Eu, como professor, confesso que me magoei em muitas delas, pois o meu esforço em passar o conteúdo de uma forma dinâmica e agradável não merecia um trabalho, uma atividade ou uma redação plagiada. Plágio! Isso mesmo: plágio! É crime! Mas também não vou crucificá-los por tal atitude. Nossos adolescentes são vítimas de uma cultura enraizada que se agravou ainda mais nesta falta de um docente e na falta da escola.
Eu tenho uma triste sensação que foi um ano perdido para o ensino/aprendizado. Um ano perdido para educação escolar e para a vida. Um ano em que o desinteresse escolar cresceu absurdamente. Um ano em que a corrupção discente, infelizmente, mostrou as suas faces. Ao mesmo tempo, muitos se mostraram como deveriam. A honestidade de uma nota abaixo da média me valeu muito mais do que uma nota 10 tirada desonestamente.

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