Facebook
WhatsApp

POLITIKÉ
A palavra política existe em todos os idiomas do planeta, sempre com o mesmo sentido. Afinal, quem são políticos? Todos os humanos da Terra! Quando alguém afirma que é “apolítico”, além de assinar um atestado de idiotice, aceita incontestavelmente a existência da Política, como ciência social e prática humanística. Os “apolíticos” são contraditórios, na mesma proporção dos “ateus”. A simples afirmação ateísta atesta a existência de Deus e de suas ações, inclusive a da criação do “ateu”.
A afirmação atribuída a um ateu, citada como piada: “sou ateu, graças a Deus”, é a essência da verdade universal, o ateísmo é uma obra divina! Enquanto que a negação da política por qualquer ser humano é a rejeição da própria espécie. Por um certo tempo é possível ao ser humano ficar sem comer ou tomar água, sobrevivendo ou morrendo em tais condições, um terceiro fator participa do sistema: a política! Os humanoides, durante muito tempo, conviveram com outras espécies paralelas, uma sobreviveu, o Hommo sapiens. Foi devido ao próprio nome que aconteceu a supremacia, a inteligência ou sabedoria. Em tese somos nós, os inteligentes e sábios, porém, comete-se uma injustiça, estamos aqui fundamentalmente porque somos políticos. Homo politicus!

SAPIENS
Basta perguntar a qualquer “sapiens” se ele é um ser político que a resposta mais usada é a negação, alegando que não gosta de política, que não ocupa cargo governamental, que não faz parte do Estado, que é contra os sistemas políticos partidários vigentes. Os políticos são os outros, parafraseando Jean Paul Sartre sobre o inferno. Não existe comparação entre Deus e a Política, porém, é inegável que um criou a outra ou vice-versa.
O autor da célebre obra, Utopia, Sir Thomas Moore, imaginou um país sem política. Uma ilha, que com a aproximação dos visitantes, sumia de vista, ou seja, nunca seria alcançada. Quem não leu a obra é um pseudo-político. Reparem que mesmo pseudo é parte da política. Quando Moore criticou o rei Henrique VIII, da Inglaterra, pelo divórcio e rompimento com o Vaticano, foi enviado à forca. A igreja católica o canonizou. Moore, do livro à santidade, passando pela forca, foi político! Sua Utopia sucumbiu à imortal política. Nenhum homem é uma ilha!

MANCEBO
Como não consulta dicionários, a moçada atual vai dormir sem saber o que são máquina de escrever, fita de máquina, mecanografia, datilográfica, o sistema ASDF, o mimeógrafo, o linotipo e o tipo móvel. Também não sabem os meninos o que é a panfletagem, que é o que faz a cabeça deles, via celular, pelo aplicativo da alienação mental. No Brasil, na última ditadura política, o mimeografo foi o instrumento que permitiu a volta da república plena, que bem ou mal estamos vivendo.
O mimeógrafo era usado pela ação clandestina de combate à ditadura, imprimindo jornais alternativos, único meio para a população se informar das atrocidades do autoritarismo. Graças a esse tipo de informação muita gente foi salva do Estado Ditatorial vigente na época 64/85.

EURO
Nos países europeus, as lojas que vendem frutas “in natura” e nos setores desses produtos nos supermercado, os clientes não podem tocar nas frutas soltas ou embaladas em plástico. A popular amassadinha comum no Brasil, lá é falta de educação. O cliente aponta o produto que deseja comprar e a atendente retira da prateleira, colocando no carrinho ou cesta de compra. A partir daí cada um faz o que quer com suas frutas. Os atendentes usam luvas!

GUERRILHA
Ninguém sabe como começou a “guerra” entre a cidade alta e a Calábria em Monte Alto, que teve um fim natural nos anos 70. Era coisa de moleque adolescente, os da cidade não podiam passar a fronteira calabresa, principalmente para namorar (paquerar não era palavra usada), a reciproca também valia. Quem ousava romper a regra apanhava, caso não corresse antes. Havia limites para a intolerância, os empregos diários eram permitidos, fora do horário não. O Grupo Escolar Dr. Raul era território neutro, até o final do horário de aulas. Assim que o sinal tocava, era uma correria, cada turma para seu lado. A Igreja Matriz era outro local neutro, nas missas, casamentos e batizados; os mais medrosos ficavam perto da porta, assim que o padre dizia: Ide, a missa est, (Era latim na época), tinha moleque na escada, ninguém era poupado, mesmo os coroinhas. A cidade alta e a Calábria, em tese, eram independentes. Um detalhe: nos enterros dos que morriam na cidade alta, os moleques acompanhavam numa boa, na volta havia uma alternativa, subir a rua Jeremias, toda composta de chácaras, cortando caminho entre as jabuticabeiras e cajueiros.

ECOLOGIA
No século XVII, a palavra ecologia e outras com sentido semelhante não existiam, o conceito menos ainda. O Brasil, em plena colônia, era uma calamidade que apavorava os visitantes europeus, pela sujeira, desleixo e descaso público com suas cidades. O Rio era o pior, porque tinha mais gente e não havia autoridade sanitária competente. Um visitante português detestou os mosquitos quando ficou no Rio de Janeiro. Na volta a Lisboa, teve uma ideia portuguesa, mandou prender centenas de pardais em gaiolas e retornou ao Rio, fazendo um acordo com o governo para soltar os pássaros. Foi um sucesso, os pardais comiam cerca de 600 mosquitos por dia, de graça. Os insetos sumiram, porém, ninhos de pardais surgiram por todos os lados e o bichos defecavam por todos os lugares. Os mosquitos estavam causando saudades diante dos pardais, porém, mesmo com a garotada sendo paga para caçar os pardais, os pássaros aumentavam cada dia a mais. Tomaram conta do Rio e depois do Brasil.

Registrando

DESTAQUE

No sábado, 15 de março, os alunos do Projeto Social Jiu-Jitsu Universitário brilharam na Copa Espaço Insano de Jiu-Jitsu Infantil,

CASA NOVA

Há oito anos presente no comércio montealtense, o empresário Rangel Castro inaugurou na manhã de sábado, 15, as novas instalações

38 ANOS DA COMANDER CALÇADOS

Inaugurada na esquina das ruas Nhonhô Livramento e Rui Barbosa, a Comander Calçados iniciou sua história no comércio lojista de

MAIS FOLIAS PELA CIDADE

Ainda sobre a folia montealtense, outros dois estabelecimentos da cidade realizaram seus próprios ‘Carnavais’. No sábado, 1 de março, o

Caminho da Fé 2025

Serras, trilhas, sol, chuva, lama… tudo isso faz parte do Caminho da Fé, um percurso desafiador que, há mais de